quarta-feira, 31 de março de 2010

A MARCHA DOS FASCISTAS SOBRE SÃO PAULO

De " Brasil Acima de Tudo"PDFImprimirE-mail
31 de março de 2010

Vão tentar parar a cidade; vão partir para cima dos policiais; vão provocar. Querem o famoso “quanto pior melhor”. Parte de seu objetivo eles já sabem garantido: vão dividir a primeira página dos jornais, que se transformam em propagandistas do movimento, com a despedida de Serra do governo. Mas isso é muito pouco. Eles precisam de mais. Com muita sorte, carregarão um corpo em cortejo; seria um verdadeiro troféu para a tropa de assalto à democracia.

E não custa lembrar: a campanha eleitoral nem começou.

Ou: “cuidado, Polícia Militar! Eles querem um cadáver!”


Por Reinaldo Azevedo (*)

Sob o controle do PT e da CUT, 40 sindicatos pretendem levar hoje o caos às ruas de São Paulo num suposto protesto do funcionalismo público contra a política salarial do governo do estado. A Palas Athena do movimento é Bebel, a presidente da Apeoesp, sindicato dos professores da rede oficial de ensino, que comanda uma greve-fantasma. Na quinta-feira passada, esta isenta Deusa da Sabedoria dividia o palanque com a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Ambas estavam fazendo campanha eleitoral num outro sindicato, o dos Metalúrgicos do ABC, o que é proibido. A convocação de hoje é inequivocamente do PT, como José Dirceu deixa claro em seu blog (ver post de ontem). Classifiquei o protesto de uma afronta à democracia. Por quê?

“Trabalhadores não podem protestar e pedir melhores salários?”

Claro que sim! Ocorre que os sindicatos estão servindo apenas para “lavar” uma arruaça promovida pelo PT contra a candidatura de José Serra à Presidência da República. O tucano lidera todas as pesquisas de intenção de voto. E os partidários de Dilma Rousseff pretendem mudar isso. Atenção! É legítimo que queiram inverter o jogo! Não estou condenando o PT por fazer política; eu o estou condenando por tentar matar a política!

O partido está manipulando a causa de categorias profissionais e colocando-a a serviço de uma candidatura. Eu estou acusando o partido de promover uma espécie de comício antecipado às avessas: um comício anticandidato!!! E isso é uma violência contra o processo democrático. Se as instituições brasileiras passarem a condescender com essas práticas — e é um escândalo que o Ministério Público não tenha dado um pio até agora —, estaremos marchando, sim, para uma espécie de fascismo modernizado

Ora, José Dirceu deixa claro em seu blog: a manifestação de hoje é partidária, não sindical. Como partidária foi a convocação para promover baderna ontem na inauguração do Rodoanel. Exibi aqui o documento, vazado naquela língua muito particular, mas de sentido claro. Isso lembra uma tropa de assalto à democracia. Que importa que suas camisas, ou suas bandeiras ao menos, sejam vermelhas? Eles são como os “camisas negras” de Mussolini. Até porque a diferença entre o socialismo e os vários fascismos, incluindo o alemão (nazismo), não é de substância, mas de modo de organizar a sociedade totalitária. Como bem notou Jonah Goldberg no livro Fascismo de Esquerda, os fascistas perseguiram os comunistas menos por suas diferenças do que por suas semelhanças. A matriz é a mesma.

Dirceu, Bebel e, indiretamente, Dilma Rousseff — que dividiu palanque com a chefona da Apeoesp — estão convocando a “Marcha Sobre São Paulo”, evocando aquela que Mussolini liderou em Roma em 1922, à frente de 26 mil (!) militantes e que acabou resultando no convite para que formasse o governo. A gente sabe aonde aquilo foi dar. É evidente que a intenção é associar o candidato da oposição ao caos, à anarquia, à desordem que eles próprios promovem. É evidente que a intenção é provocar a polícia para caracterizar o exercício da lei e da autoridade como truculência, enquanto a truculência é chamada de “reivindicação”. É evidente que se está tentando arrumar um “mártir” para a causa para tentar “resolver” as eleições fora da urna!

O PT tem todo o direito de fazer política, reitero, e de tentar alavancar o nome de sua candidata. Mas tem de fazê-lo, como os demais partidos, dentro da lei. Não pode tornar a cidade refém de sua ação política; não pode tentar cassar, na base da truculência, o direito legítimo de um adversário apresentar o seu pleito. Observem: o partido não está convocando um comício em defesa de sua candidata — até porque isso, agora, seria proibido. Ele está convocando um comício contra a candidatura adversária, o que, obviamente, caracteriza propaganda eleitoral antecipada. Igualmente ilegal é uso da estrutura dos sindicatos em favor de uma causa eleitoreira. Direitos coletivos estão sendo desrespeitados em favor de uma causa confessadamente político-eleitoral.

Os Inciso II e III do Artigo 129 da Constituição deixa claro a quem compete agir imediatamente:

Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:
II - zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias a sua garantia;
III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos;

A Justiça Eleitoral, que atua quando provocada, já foi chamada a se posicionar sobre a assumida politização do que se apresenta, sem ser, como “movimento sindical”. Cumpre agora ao Ministério Público Federal, que pode reagir ao corte de uma árvore — e não estou sugerindo que não o faça — que reaja ao corte de direito de pessoas, que estão sendo prejudicadas porque os petistas decidiram atar o candidato da oposição… Não! Não sou eu a atribuir objetivos político-eleitorais ao protesto; são eles próprios!

À Polícia Militar
Que a força cumpra a sua tarefa e procure preservar os direitos constitucionais do conjunto dos paulistanos. Mas que fique atenta! As causas “companheiras” costumam precisar de mártires. Historicamente, é o sangue dos inocentes — especialmente de inocentes úteis que nem sabem direito por que estão no front — que irriga a luta dessa gente. As causas da esquerda, mesmo dessa esquerda que está aí, não teriam sobrevivido aos milhões de cadáveres que elas mesmas produziram se não erigissem sobre a montanha de corpos um edifício de mentiras.

Vão tentar parar a cidade; vão partir para cima dos policiais; vão provocar. Querem o famoso “quanto pior melhor”. Parte de seu objetivo eles já sabem garantido: vão dividir a primeira página dos jornais, que se transformam em propagandistas do movimento, com a despedida de Serra do governo. Mas isso é muito pouco. Eles precisam de mais. Com muita sorte, carregarão um corpo em cortejo; seria um verdadeiro troféu para a tropa de assalto à democracia.

E não custa lembrar: a campanha eleitoral nem começou.

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Comentário do editor.


A falta de inteligência desses nazistas do pt só não supera sua maldade contra a população pacífica e ordeira da Capital paulista.

É inconcebível que se promova uma manifestação de cunho político-anarquista, no momento em que José Serra, candidato da oposição à Presidência da República, se desincompatibiliza do cargo de Governador de São Paulo para, legalmente, se dedicar à sua campanha, ao contrário do Presidente Lula que ao arrepio da Lei Eleitoral se dedica à mesma tarefa por Dilma Rousseff há mais de três anos.

Essa corja de desajustados, chefiada pelo CHEFÃO DO MENSALÃO, o Sr. JOSÉ DIRCEU, baderneiro e mafioso profissional, provocará o caos no centro da cidade de São Paulo, exatamente às vésperas de um feriadão de três dias, o que acarretará sobrecarga de estresse aos trabalhadores paulistanos que nada tem a ver com a disputa eleitoral em curso.

Isso não passa de mais um ato irresponsável de quem nunca soube o que significa cidadania e respeito pelo direito de ir e vir dos cidadãos de São Paulo.

Espero que os eleitores que ainda se encontrem em dúvida em quem votar nas eleições vindouras se decidam apartir da data de hoje, quando serão agredidos em seus direitos constitucionais por uma súcia de desordeiros pagos para cometer a baderna anunciada no BLOG DO ZÉ, pertencente ao mafioso e criminoso impune José Dirceu.

Calabar


terça-feira, 30 de março de 2010

CONGRESSO EM FOCO HOJE

30/03/2010 - 06h00

Sai Dilma, entra Erenice Guerra

Provável substituta da ministra da Casa Civil, que sai amanhã (31) para disputar a Presidência, esteve envolvida no escândalo do dossiê FHC. Junto com a ministra da Casa Civil, outros nove ministros deixam governo Lula por conta das eleições

Marcello Casal/ABr
30 de março será o último dia de Dilma Rousseff na Casa Civil. Com ela, saem outros nove ministros para disputar as eleições de outubro

Renata Camargo

Os onze ministros de governo que deixam o cargo para disputar as eleições de outubro darão a posse a seus substitutos na próxima quarta-feira (31), em cerimônia prevista para ocorrer pela manhã no Palácio do Itamaraty. A candidata à Presidência da República do PT, ministra Dilma Rousseff, também deixa a Casa Civil neste dia. Em seu lugar, deve assumir a secretária-executiva, Erenice Guerra, braço-direito de Dilma e envolvida com duas denúncias: o escândalo do “dossiê FHC” e do fisco em benefício do filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB).

Até o dia 3 de abril, ou seja, três meses antes das eleições, titulares de cargos no âmbito do Poder Executivo – inclusive nos estados e municípios, caso de governadores, prefeitos e secretários de estado –, que desejam se candidatar, devem se licenciar. No caso dos estados, há grande expectativa em relação à desincompatibilização do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que vai disputar a Presidência da República, e de seu colega de partido e governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que pretende disputar o Senado, mas ainda sofre pressão do partido para ser vice na chapa do Serra.

Diferente do quadro dos governadores, que ainda permanece indefinido, o cenário da desincompatibilização na Esplanada dos Ministérios já está fechado. Dos 24 ministros, 10 deixarão o cargo. O Planalto ainda mantém mistério em relação aos nomes que substituirão os ministros. Mas o presidente Lula tem sinalizado a preferência em dar posse a funcionários que já acompanham os trabalhos dos respectivos ministérios. A intenção é empossar pessoas de dentro das instituições para evitar que a mudança atrapalhe o andamento dos projetos das pastas.

Os planos eleitorais dos ministros

Os planos eleitorais dos governadores

Na lista dos que saem, algumas definições eleitorais já estão claras. Os ministros Tarso Genro (PT) - que já deixou o Ministério da Justiça em fevereiro -, Geddel Vieira (PMDB), da Integração Nacional, e Alfredo Nascimento (PR), dos Transportes, pretendem disputar os governos dos seus estados: respectivamente Rio Grande do Sul, Bahia e Amazonas. Devem disputar vaga na Câmara dos Deputados os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes (PMDB), e da Previdência, José Pimentel (PT). Ambos vão disputar a reeleição.

O ministro do meio ambiente, Carlos Minc (PT), sairá para concorrer novamente a uma vaga como deputado estadual no Rio de Janeiro. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), deixará a pasta nos próximos dias para tentar a reeleição ao Senado.

O quadro de disputa envolvendo ministros ainda está impreciso em Minas Gerais. A briga pelo governo do estado é grande entre Patrus Ananias (PT), do Ministério de Desenvolvimento Social, e Hélio Costa (PMDB), das Comunicações. O apoio do partido de Lula é fundamental para emplacar as duas candidaturas. Senador licenciado, Hélio Costa tem a opção ainda de tentar uma reeleição no Senado e vislumbra também uma possível candidatura de vice na chapa de Dilma.

Outro indeciso é o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cujo cargo tem status de ministro. Meirelles se filiou ontem (29) ao PMDB, mas continuou na discrição sem informar a qual cargo irá concorrer nas eleições de outubro. Há uma possibilidade de que dispute uma vaga ao Senado por Goiás. Mas o presidente do BC também tem sido cotado para ser vice de Dilma. É um nome que tem a simpatia do presidente Lula, mas o PMDB rejeita a opção: quer que o parceiro de chapa de Dilma seja o presidente da Câmara e do partido, Michel Temer (SP).

Estados

O quadro nos estados ainda é de indefinição. Pelo menos oito governadores já deram como certa a sua saída do cargo para disputar as eleições. A desincompatibilização mais aguardada é a do governador de São Paulo, José Serra, que oficializa a sua pré-candidatura à Presidência da República no dia 10 de abril. Além dele, também deixam o Executivo o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB); do Mato Grosso, Blairo Maggi (PR); de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB); do Paraná, Roberto Requião (PMDB); do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB); de Rondônia, Ivo Cassol (PP); do Amapá, Waldez Góes (PDT); de Goiás, Alcides Rodrigues (PP), e de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB).

Com exceção de Serra, todos os demais governadores que irão se licenciar devem pleitear uma vaga no Senado. A situação de Aécio, no entanto, ainda aguarda um posicionamento do partido: o PSDB ainda sonha em vê-lo como candidato a vice na chapa de Serra.

A COISA ESCURECE PARA LULA E DILMA

29/03/2010 - 12h40

Servidores ameaçam fazer greve no lançamento do PAC 2

Thomaz Pires
Servidores fazem apitaço por reestruturação de carreira na área do meio ambiente

Thomaz Pires

O lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), nesta manhã em Brasília, serviu como plataforma de protesto para os servidores federais do meio ambiente. Cerca de 200 manifestantes, entre servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério do Meio Ambiente e Instituto Chico Mendes, iniciaram um apitaço na porta de entrada da solenidade para pressionar pela reestruturação do plano de carreira da categoria.

Os servidores ameaçam entrar em greve no próximo dia 6 caso o plano de reestruturação, encaminhado ao Ministério do Meio Ambiente em novembro do ano passado, não tenha qualquer sinalização de avanço ou uma data limite para a aprovação. Um dos instrumentos que promete ser usado pelos manifestantes para pressionar o governo é a dificuldade em liberar as licenças ambientais. Sem elas, o cronograma para o PAC 2 poderá sofrer atrasos e atrapalhar os planos da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata ao Planalto na corrida eleitoral deste ano.

Conforme as previsões do governo Lula, o PAC 2 prevê um total de investimentos na ordem de R$ 958,9 bilhões no período de 2011 a 2014. Segundo documento divulgado pelo governo nesta segunda-feira, após 2014, os investimentos podem chegar a R$ 631,6 bilhões, elevando o total do PAC-2 para R$ 1,59 trilhão.

“Em ano eleitoral o governo fará de tudo para avançar nos projetos e promessas de obras. Mas faremos o possível e o impossível para dificultar a liberação das licenças ambientais enquanto nosso plano de carreira não for reestruturado”, antecipa Jonas Correia, presidente da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Asibama).

De acordo com levantamento encomendado pela Asibama, a evasão dos servidores federais ambientais tem sido crescente nos últimos meses em função da insatisfação da categoria com o plano de carreira. “Cerca de 30% do nosso quadro deixaram a carreira. Por outro lado, o presidente Lula usa a redução nos níveis de desmatamento e outros assuntos como propaganda de governo, o que é mérito do nosso trabalho”, protesta Jonas.

Até o fim da manhã, os manifestantes não haviam conseguido falar com representantes do Ministério do Planejamento. Uma reunião está prevista para esta quarta-feira (31). A previsão é que o encontro possa contar também com a participação de representantes do movimento que pressionam pelo início da greve. Eles deverão permanecer concentrados em Brasília, onde ocorre nesta semana o encontro nacional dos servidores federais ambientais.

segunda-feira, 29 de março de 2010

AS ONGS DO PT E A SAÚDE DOS ÍNDIOS

Cláudio Humberto


29/03/2010 | 00:00

Saúde indígena: negócio milionário para ONGs petistas

A medida provisória, do presidente Lula, que transfere da Funasa para uma nova secretaria do Ministério da Saúde o atendimento à saúde dos indígenas, foi uma exigência de um grupo de 61 ONGs (organizações não-governamentais) controladas por petistas. Essas ONGs foram excluídas da Funasa após aplicarem um “tombo” de R$ 45 milhões de recursos públicos de cuja aplicação não prestaram contas.


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29/03/2010 | 00:00

Olho na grana

As ONGs petistas, que perseguem dinheiro público, estão de olho no orçamento anual de R$ 400 milhões para atenção à saúde indígena.


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29/03/2010 | 00:00

ONGs no céu

Além do gordo orçamento, as ONGs receberão uma grande estrutura, com 690 veículos, aviões, 26 casas de apoio e muitos cargos.


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29/03/2010 | 00:00

Território ocupado

As ONGs “indigenistas” queriam a nova secretaria para o PT porque tanto o Ministério da Saúde quanto a Funasa são territórios do PMDB.


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29/03/2010 | 00:00

Olho, Temporão

O médico Antonio Alves, que não tira da cabeça o sonho de ser ministro da Saúde, foi escolhido pelo PT para chefiar a nova secretaria.

domingo, 28 de março de 2010

O BRASIL EM CAMPANHA ELEITORAL

DOMINGO, MARÇO 28, 2010

Vaselina.

"Para Marina, Serra e Ciro o problema é que Dilma age de maneira inversa. Ela não parece ter essas dúvidas e se entrega à campanha com a disciplina e a consciência de quem reconhece que tem que aprender a se comunicar. Do jeito que estamos indo, o risco é grande da disputa deles com Dilma ficar ainda mais desigual do que já é".

A frase acima encerra o artigo de Marcos Vaselina Coimbra, diretor do instituto de pesquisas Xov Ilupop, neste domingo, no Correio Braziliense. Obviamente, o gênio mineiro das pesquisas que dão certo só no final, porque aí eles ajeitam os números, escreveu a imbecilidade acima antes da publicação da Datafolha. Ele é sócio daquele outro imbecil que afirmou no meio da semana que "não é impossível que Dilma vença no primeiro turno". Marcos Vaselina Coimbra é tão chapa-branca que, ao falar de marketing eleitoral, esquece que Ciro, Marina e Serra têm várias eleições vitoriosas nos seus currículos, enquanto a boneca inflável não tem nenhuma. Além de imbecil, é raso.

Entendendo José Serra.

O texto acima é da coluna de Dora Kramer, hoje, no Estadão.

Lula não investiu em esgoto. A não ser naqueles blogs.

É isso que dá. O PT e o Lula não fizeram saneamento básico e, agora, querem fazer apartamento do "Minha Casa, Minha Vida" e não dá. Falta infra-estrutura. Ficaram de 2003 a 2007 investindo apenas no mensalão, na corrupção, no superfaturamento, no aparelhamento do estado e jogaram o país em um mar de lama. No sentido figurado, faltou esgoto para tanta sujeira de Visanet, Bancoop,Banco Rural e outros. No sentido efetivo, agora está faltando esgoto para poder construir as casas e apartamentos do "Minha Casa, Minha Vida". Não há áreas com saneamento básico nas principais cidades. É isso aí. Lula só investiu no esgoto da blogosfera. Estes receberam milhões e milhões. Clique na matéria acima e leia no Estadão.

Ironia.

Junto com o Distrito Federal, apenas dois estados ainda não tem palanque próprio definido para José Serra(PSDB): o Ceará, do garboso, valente e ex-presidente dos tucanos, Tasso Jereissatti, que tanto atucanou Serra para que se lançasse, e o Amazonas, do sempre prolixo e verborrágico senador Arthur Virgílio que, ao que parece, teve quatro anos para aprender e não estudou, já que o estado, em 2006, foi onde o PT teve a sua maior vitória e, hoje, nem palanque tem.

A prova definitiva.

Yuri Gonzaga põe noFlickr novas fotos que mostram o soldado desconhecido da PM recolhendo a colega ferida. Está atrás da barreira policial, o que comprova de que lado ele está. Clique aqui e veja a seqüência. E o Vi o Imundo, A Conversa Fiada e o Proubojeto BR já desmentiram?

57% sabem que Dilma é Lula, mas só 27% votam nela.

O número apresentando pelo Datafolha, de que 57% já sabem que Dilma é a candidata do Lula, mas apenas 27% votam nela, é a comprovação mais cabal de que a tal transferência de votos é apenas uma lenda eleitoral. Basta cruzar os 57% que reconhecem Dilma como candidata do Lula com os 76% de aprovação do presidente, captado pela mesma pesquisa, para ver que as coisas não são bem assim. A resultado é que se Lula conseguisse transferir 100% da sua popularidade, a sua candidata já deveria ter 43% das intenções de voto. Tem ralos 27%. De agora em diante, Dilma sai do palanque oficial e Lula vai perder gradativamente o brilho. Com início da propaganda eleitoral, haverá o confronto entre os dois candidatos e Lula será tão somente uma sombra muito popular, mas uma sombra. Quando vierem os debates, Lula já será um fantasminha camarada, prestes a ir embora assar o seu coelhinho em São Bernardo do Campo. Um fantasminha em fim de carreira. Deixa o homem descansar!

Popularidade é pessoal e intransferível.

Na última semana, o Estadão reuniu os “quatro grandes institutos de pesquisa” para que fizessem diagnósticos e prognósticos sobre as eleições presidenciais. Em primeiro lugar, uma concessão inaceitável. Os“grandes” são dois, o Ibope e o Datafolha, pois os outros dois são empresas a soldo de quem lhes paga, não possuindo a mínima credibilidade, seja pelas amostras que montam, seja pelos questionários que aplicam. Nunca acertaram de primeira, sempre ajeitaram os índices na reta final. O Jornal Nacional, por sinal, já avisou, em defesa da sua credibilidade, que não divulgará pesquisas das duas empresas chapa-branca. Muito do que foi publicado sobre o encontro perdeu a validade três dias depois, com a pesquisa Datafolha apontando a queda de Dilma Rousseff(PT)e a subida de José Serra(PSDB). Especialmente a frase imbecil de um diretor de instituto, moldada para dar apoio à militância petista:”não é impossível pensar que Dilma vencerá no primeiro turno”. O tema mais discutido foi a capacidade que Lula teria de transferir a sua popularidade para a candidata que ele inventou. Esta é a grande e derradeira esperança dos petistas, o que só serve para escancarar a fragilidade da sua candidatura. O passado tem más notícias para quem alimenta este tipo de expectativa. Em 2006, Lula não conseguiu transferir nem para ele mesmo a sua popularidade. As pesquisas apontavam o índice presidencial de simpatia em 59% em agosto e ele alcançou 49% dos votos em outubro no primeiro turno. Matematicamente, Lula apresentou uma defasagem de 20% entre a sua popularidade e a sua votação. Se os “especialistas”querem projetar a força de Lula, deveriam começar analisando o desempenho do próprio petista. E somar, na análise, os fatos de que em 2006 ele tinha uma trajetória de 30 anos na vida política, buscava a reeleição e estava exercendo o confortável e duplo papel de presidente e candidato. Aí deveriam comparar a biografia, a trajetória e os atributos da Dilma para ver se encontrarão um só argumento lógico ou estatístico que permita afirmar que o Lula, que não conseguiu nem para si os votos proporcionais à sua popularidade, vá conseguir esta façanha para uma candidata desconhecida e sem qualificações. Como diz o próprio presidente, este é um “fato concreto”. O “fato concreto” que faltava para que os “especialistas” parem de dizer besteiras a respeito de transferência de votos. Continuarão sendo derrubados pelas pesquisas que eles mesmos fazem, como na última Datafolha.

OPINIÕES DE UM RECIFENSE ALERTA

De Júlio Ferreira, de Recife.


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Lulla: "quem não te conhece, que te compre!"

Publicado em 28/03/2010
wiki repórter
Júlio Ferreira
Recife-PE

Existe um antigo ditado popular, perfeito para explicar essa situação: "Diga-me com quem andas e eu te direi quem és". Então, deu para entender? - Foto: WEB

Lulla, que ao longo de muitos anos, graças a sua postura repleta de "excentricidades", conseguiu receber mais atenção do que merecia de diversos líderes internacionais, que achavam "engraçado" seu "jeito exótico de ser". Com o passar do tempo, ao perceberem que por debaixo daquela postura amena e risível, que oscilava entre o ridículo e o engraçado, não havia mais nada de proveitoso, as contestações começaram a surgir de todos os lados, cada vez mais numerosas e ruidosas.

Como Lulla é o "rei do nonsense", e seus aloprados aspones estão apenas interessados em agradar ao "chefinho", de modos a não correr riscos de perder a "boquinha", as gafes diplomáticos surgidas de algumas bobagens feitas ou ditas por seu Lulla, e principalmente as repercussões negativas das mesmas, são cuidadosamente maquiadas, com a conivência da grande parte da imprensa, de modos a chegar minimamente "palatável" ao eleitorado brasileiro, majoritariamente formado (infelizmente) por gente que mal consegue ler e interpretar notícias que circulam em português e que, portanto, nem de longe, têm acesso ao que repercute na imprensa estrangeira.

A verdade é que, passado aquele primeiro período de encantamento, tal como acontece quando alguém vai ao circo e fica inicialmente maravilhado com as peripécias do macaquinho, até que elas comecem a ser repetitivas, quanto mais o mundo toma conhecimento de quem é Lulla, mais e mais associa sua imagem a de alguns outros "extravagantes" mandatários mundiais, a exemplo dos "coleguinhas" que estão de plantão nos governos da Bolívia, Venezuela e Irã. (julioferreira.net@gmail.com)

sexta-feira, 26 de março de 2010

O CINISMO DE UM ENERGÚMENO

Por Julio Ferreira, de Recife.
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Lulla faz "galhofa" com senteça recebida da Justiça eleitoral

Publicado em 26/03/2010
wiki repórterJúlio FerreiraRecife-PE

A arrogância e ironia demonstradas por Lulla diante ao se referir a multa que recebeu por antecipação de campanha, deixa claro que o presidente “não está nem aí” para o TSE. -Foto: WEB

Pior do que ver a Justiça Eleitoral dando mostras de inoperância diante do festival de inaugurações "fajutas" feitas pelo presidente Lulla, com o firme propósito de transformar eventos oficiais, custeados pelo erário, em "comícios" para a divulgação da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, é ver a "maior autoridade da nação, aquela que deveria dar exemplos de civismo e respeito às Leis a todos os brasileiros, ridicularizando acintosamente uma sentença promulgada por um juiz eleitoral, que finalmente havia resolvido condená-lo ao pagamento de uma multa, mesmo que irrisória, por ter feito campanha fora do prazo legal.

O fato é que Lulla, com a óbvia intenção de achincalhar a sentença que recebeu, e dando mostras de que continuará, mesmo que disfarçadamente, fazendo campanha para sua candidata, dirigiu-se aos presentes afirmando: "Se eu for multado, vou trazer a multa para vocês. Levanta a mão aí quem vai pagar a multa". É um gaiato! Aliás, essa postura irresponsável de Lulla é mais um claro desserviço à democracia brasileira, na medida em que expõe o desrespeito e a desconsideração do chefe do Poder Executivo, que já tem por hábito esculhambar e menosprezar o Poder Legislativo, em relação ao Poder Judiciário.

Seguramente seu Lulla acredita ter às constas quentes, pois só mesmo a sensação de total e absoluta impunidade pode fazer com que uma criatura, estando de posse de suas faculdades, não se constranja em fazer galhofa de uma sentença recebida, tal como fez o nosso presidente. (julioferreira.net@gmail.com)

CÂMARA FEDERAL OU RINHA DE GALOS?

De Julio Ferreira, Recife.


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O ridículo bate-boca entre Jair Bolsonaro e Brizola neto

Publicado em 26/03/2010
wiki repórter
Júlio Ferreira
Recife-PE

Por conta do tal "ouro de Moscou", como ficou conhecida a remessa do dinheiro feita por Cuba para Leonel Brizola, ainda na década de 60, com o propósito de financiar a guerrilha no Brasil, e que teria sido desviado do seu objetivo fim, Fidel Castro, ao desabafar com outros brasileiros, teria chamado Brizola de "El Ratón". - Foto: WEB

Assisti ontem, nos telejornais, a repercussão do "bate-boca" ocorrido na Câmara dos Deputados, durante a seção plenária, entre os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Brizola Neto (PDT-RJ). Segundo as imagens, o entrevero, que mais parecia discussão de bêbados em mesa de bar, teria sido ocasionado por uma referência feita por Bolsonaro a respeito de um dos mais nebulosos episódios da vida pública do ex-governador Leonel Brizola. O seu afastamento de Fidel Castro, ainda na década de 70, por conta de uma remessa de dinheiro feita pelo ditador cubano para que Brizola, então exilado no Uruguai, para que financiasse a organização um grupo guerrilheiro que voltasse ao Brasil, para combater os militares que tinham tomado o poder em 1964, assim como ajudar guerrilheiros presos e seus familiares.

O fato é que esse dinheiro, na época conhecido como "ouro de Moscou", simplesmente desapareceu, sabe-se lá por quais "descaminhos", fazendo surgir à versão de que Fidel Castro, indignado com o fato, teria desabafado com outros brasileiros: "Digan a su jefe lo que yo pienso que ele es un ratoncito". Sem entrar no mérito do que teria acontecido com o tal "ouro de Moscou", até porque esse não foi o único episódio em que verbas vindas do exterior, ou mesmo dinheiro subtraído de bancos brasileiros, através de assaltos, para financiar a guerrilha, desapareceu, como num passe de mágica, sem cumprir com o seu objetivo, prendo-me ao ridículo da cena protagonizada no Congresso, onde dois deputados, sem ética nem compostura, contribuíram para aumentar ainda mais o descrédito dos brasileiros em relação ao Poder Legislativo. (julioferreira.net@gmail.com)